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Lugares assustadores onde corpos ficam ao ar livre.

Você já esteve na casa de alguém e finalmente percebeu que eles ainda guardam as cinza do seu avô em exposição na sala? Realmente, no Brasil é difícil isso acontecer, mas com certeza já viram em algum filme onde as pessoas guardam as cinzas de seus parentes queridos. Mas enfim, eu pensava que isso já era meio mórbido, mas a seguir é muito pior.

É assim que o povo Kuku-Kuku dos Aseki em Papua Nova Guiné se lembram de seus vovôs, quando estão se sentindo nostálgicos sobre um parente perdido, eles simplesmente olham para os cadáveres vigiando sua aldeia.

E sim, eu disse “Cadáveres Queimados”. Da mesma maneira que um corpo fica quando é morto durante um incêndio, em seguida, aguarde até que a fumaça suga a umidade e acrescente um pouco de magia antibacteriana. Mas eles não estão fazendo isso ainda hoje, certo? Estão! 

Quando um membro da tribo chuta o balde, às vezes seus parentes vão para o método convencional e enterram o pobre coitado, e às vezes eles simplesmente jogam os corpos no fogo para queimar. para acelerar o processo, os familiares esfaqueiam repetidamente o corpo para que vaze os fluidos.

Alguns desses corpos são colocados em cavernas, mas outros (presumivelmente os menos feios) encontram-se no caminho aberto. Os Kuku-Kuku usam uma armação de bambu que apoia o corpo mumificado, uma vez que o mesmo toma conta da vila. E a melhor parte? Você pode dar cara a cara com este espetáculo mórbido, enquanto visita a região.

Ossos na Práia digamos que você esteja desfrutando de suas férias relaxantes na praia, quando você sente uma superfície dura sob seus pés, é um osso humano. Então você olha um pouco mais para longe e vê outro. E mais um, e mais um. Não é apenas uma pessoa. Esse é um cenário totalmente viável em El Conchalito, praia em Baja California Sur, no México, onde os lotes de esqueletos estão muito mal enterrados.

Os Corpos Congelados do Everest todos os anos, centenas de pessoas pagam milhares de dólares para ter o privilégio de tentar escalar o Monte Everest, porém, mais de 240 alpinistas morreram tentando chegar ao topo, e a maioria deles ainda está lá em cima. Na verdade, há uma seção da montanha chamada “Rainbow Valley (Vale do Arco-Iris)”, onde dezenas de corpos são visíveis devido à suas jaquetas coloridas.

Veja bem, a parte da escalada não é realmente tão difícil, o problema é a altitude. Depois de ter passado da marca dos 26 mil pés, você entra na “Zona da Morte”, existe tão pouco oxigênio naquela altitude que o corpo humano não pode sobreviver. Então, basicamente, se você ficar lá por muito tempo, você começa a lentamente se transformar no Jack Nicholson no fim de “O Iluminado”. Algumas pessoas simplesmente caem de exaustão e ficam nesta posição para sempre.

E sim, muitos desses corpos estão na rota que os alpinistas normalmente levam. Um desses corpos é do alpinista britânico David Sharp, que não trouxe oxigênio suficiente, se cansou e sentou-se para descansar em uma pequena caverna perto do pico que já era habitada por outro alpinista morto.

Mais tarde, um grupo de outros alpinistas passaram e viram Sharp sentado com metade do seu corpo congelado, e foi então que sentado lá, ele murmurou o seu nome, foi quando perceberam que ele ainda estava vivo. Ele chegou a ser filmado quando uma equipe de documentaristas passou, mas não havia nada que pudesse ser feito por ele (na zona da morte, as pessoas mal conseguem andar, muito menos levar um corpo, muitos que tentam remover os corpos, apenas acabam se juntando com eles). 

Moradores da área reclamaram pela primeira vez dos ossos em 1981, e as autoridades, provavelmente, pensaram que eram assassinatos do cartel. Os arqueólogos, no entanto, revelaram que há séculos a praia foi usado por nômades que enterraram seus mortos em torno de toda a área da baía.

 Então, sim, não é tão incomum para alguma pessoa esbarrar em um esqueleto na praia. Mais de 50 locais de enterro e rituais foram encontrados na praia, que de alguma forma ainda atrai banhistas. Esta não é a única praia cheia de esqueletos: Há também a “Skeleton Coast” da Namíbia, na África.

 Se você acha esse nome ruim, ele era conhecido como “Areias do Inferno”. Mais uma vez é muito fácil de encontrar um crânio na areia, a maior parte pertence a marinheiros à procura de diamantes que, depois de encontrar pedras suficientes para levar uma vida rica, morreram de sede na imensidão das praias.